Eletroeletrônico

Com cerca de 400 estabelecimentos industriais e empregando quase 15 mil pessoas, este segmento é considerado como prioritário na estratégia de desenvolvimento econômico de Minas Gerais. Boa parte da atividade é concentrada na região sul do Estado, no arranjo produtivo local conhecido como Vale da Eletrônica, situado no entorno do município de Santa Rita do Sapucaí. Não obstante, outras localidades do estado – como a região metropolitana de Belo Horizonte e os municípios de Extrema e Varginha – contam também com a presença de grandes players do setor, como se pode verificar a partir dos ícones abaixo.

Equipamentos Médicos e Laboratoriais

A região metropolitana de Belo Horizonte destaca-se como um polo produtor de equipamentos médicos e laboratoriais, induzindo o desenvolvimento de novas tecnologias e a agregação de maior valor na cadeia produtiva. Esse polo atraiu a atenção de empresas como a GE e a Philips que, nos últimos anos, ampliaram suas atividades no Estado com a aquisição de players locais desse segmento, expandindo e modernizando suas linhas produtivas.

Eletrônica de Consumo e Eletroportáteis

Outro destaque a ser apontado é a grande produção e comercialização de eletroportáteis e outros produtos eletrônicos para uso individual. Nessa área, atuam empresas como a PhilipsWalita e aTaiff, no município de Varginha, além da Multilaser, no município de Extrema. Em 2015, apenas essas três unidades geraram um faturamento de mais de 2 bilhões de reais, empregando cerca de 2400 pessoas.

Microeletrônica

Com a instalação da Unitec Semicondutores em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais deu um passo fundamental no desenvolvimento de uma cadeia produtiva de semicondutores no Brasil. Trata-se da mais moderna planta de semicondutores do hemisfério sul, a primeira a atuar em todo o processo de fabricação. Outras inciativas que impulsionam o setor incluem a planta de encapsulamento de memórias da Multilaser Componentes, o centro de pesquisa CSEM Brasil e o projeto da portuguesa Nanium, ainda em implantação.

O Vale da Eletrônica

Organizadas em formato de Arranjo Produtivo Local (ambiente em que as empresas estabelecem- entre si e com instituições de ensino e entidades governamentais – uma série de vínculos produtivos ede cooperação e aprendizagem), as 153 indústrias de base tecnológica do Vale da Eletrônica disponibilizam para o mercado mais de 13 mil produtos, empregando cerca de 10 mil pessoas e gerando um faturamento anual em torno 2,2 bilhões de reais, segundo informações do SINDVEL.

Mão de Obra
Em áreas relacionadas ao setor de eletrônica, existem diversos cursos de graduação, mestrado e doutorado disponíveis em Minas Gerais, como se pode ver no gráfico. Em Santa Rita do Sapucaí, encontra-se a Escola Técnica de Eletrônica – a primeira a ser fundada na América Latina – e o reconhecido Instituto Nacional de Telecomunicações (INATEL), ofertando diversos cursos de engenharia e tecnologia. O SENAI também se faz fortemente presente na região, disponibilizando estruturas como oLaboratório de Prototipagem Mecânica e Design.O custo da mão de obra mineira, quando comparado ao da de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, reflete os menores custos. Veja nas tabelas abaixo essa comparação para profissões relacionadas ao setor eletrônico.
Eletroeltronicos 1
Eletroeletronicos 2

 

Vale da Eletrônica: inovação como motor do desenvolvimento regional.

 

Sindvel         Inatel         Unitec         CSEM Brasil

 

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aspasA Fênix acompanha a dedicação do INDI no desenvolvimento das indústrias do Estado de Minas Gerais e exalta a importância de sua assistência.

Charlie Shih, Diretor de Operações. Fênix Indústria de Eletrônicos Ltda.

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aspasA atuação do INDI no nosso projeto foi sempre pautada em olhar o negócio. Dessa forma, ele atua como um parceiro de fato, buscando achar um modelo que alinhe as necessidades das empresas às disponibilidades e/ou eventuais dificuldades do Estado.

Domingos Dragone, VP Manufatura – América Latina. Black&Decker do Brasil

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